Bienal de Quadrinhos de Curitiba 2018


Em sua última edição, em 2016, A Bienal reuniu 30 mil pessoas no Portão Cultural

A Bienal de Quadrinhos de Curitiba de 2018 já ta ai e vai acontecer gratuitamente, ente entre 6 e 9 de setembro no MuMA/ Portão Cultural. O tema desta edição é a Cidade em Quadrinhos.

O evento conta com uma vasta programação de palestras e debates e mais de 200 mesas com quadrinistas vendendo seu material autoral além de outros estandes. Em 2016, fomentados pela Bienal, 56 revistas em quadrinhos foram lançadas por curitibanos.

A curadoria é de Mitie Taketani, proprietária da Itiban Comic Shop, e do jornalista especializado em quadrinhos Érico Assis. A edição de 2018 Homenagea  com o prêmio Claudio Seto o arquiteto Key Imaguire, que é dono de um acervo com milhares de HQs e responsável pela fundação da Gibiteca de Curitiba.

Key Imaguire, Fundador da Gibiteca de Curitiba

O evento vai receber nomes importantes do quadrinho nacional, entre eles o vencedor do prêmio Eisner (Oscar mundial dos Quadrinhos)  Marcelo D’Salete (“Angola Janga”), Luli Penna (“Sem Dó”), Marcelo Quintanilha (Tungstênio) e Gidalti Jr (“Castanha do Pará”). Outra presença confirmada é a do veterano Julio Shimamoto, um dos grandes nomes da chamada “geração Grafipar”, maior editora de quadrinhos do Brasil instalada em Curitiba nos anos 70, e referência dos quadrinhos de terror no Brasil na década de 1970.

Marcelo Quintanilha

A Bienal também fez algumas ações “Pré Bienal” como “Bienal Publica! A Cidade em Quadrinhos” A exposição que fica até 04/09 na Gibiteca de Curitiba,  traz ao público obras de autores paranaenses que foram selecionadas pelo curador Fábio Zimbres para esta edição da Bienal. Além da mostra, os trabalhos também vão integrar a segunda edição da revista “Bienal Publica!”. Composta por 36 imagens, a exposição apresenta desenhos, poesia, roteiros e outras formas de interpretação da temática sugerida para a publicação.

Fulvio Pacheco (coordenador da Gibiteca) Luciana Falcon (coordenadora da Bienal) Key Imaguire Jr (Fundador da Gibiteca) Ana Cristina Castro ( Presidente da Fundação Cultural) Elvo Benito Damo (Escultor e Quadrinista) e Fabrizio Andriani ( Coordenador da Bienal)

Outra ação bacana foi a presença dos quadrinistas locais: Marcelo Lopes, Fulvio Pacheco, Ivan Sória e Marconi nos terminais da cidade fazendo sua arte.

Arte feita pelo José Marconi nas ações nos Terminais promovida pela Bienal.

Outra ação pré Bienal foi a RESIDÊNCIA SESI Paraná – Bienal de Curitiba no Centro Cultural Heitor Stockler De FrançaEntre 31/08 à 04/09 os quadrinistas Eloar Guazzelli, Luli Penna, Guilherme Caldas e Marcello Quintanilha imergiram em uma permanência artística produzindo as obras na Casa Heitor Stockler que culminou na exposição “Olhar a Cidade”.

Luli Penna, Guilherme Calda, Eloar Guazzelli, e Marcello Quintanilha

Outra grande Exposição da Bienal será a “Sonhar Curitiba” onde nossos artistas serão convidados para um desafio e uma reflexão: que cidade imaginam para o futuro? O resultado dessa observação crítica poderá ser apreciado em obras de tamanhos e técnicas diversas, como grafite, colagem, ilustração e em meio digital. Os trabalhos farão parte da mostra e estarão expostos na sala 1 do A curadoria desta exposição aconteceu em parceria com a Gibiteca de Curitiba e com o projeto Traços Curitibanos.

A Bienal durante todo o evento oferecera oficinas no Muma. A Gibiteca de Curitiba também estará aberta com as oficinas: 06/09 – Oficina para quem não faz ideia de como começar a escrever um roteiro com  Gabriela Ribeiro 07/09 – Adaptação: como transformar uma história em um roteiro com Gabriela Ribeiro  e  sábado Minizines na Cidade com Fabio Zimbres

O evento também traz às crianças na Bienal de Quadrinhos de Curitiba O GIBIKIDS. Uma programação infantil especial, com contação de histórias, oficina de Stencil e peças de teatro lambe-lambe.

Além destas da exposições já citadas: “Olhar a Cidade” e “Bienal Publica a Bienal” traz pro MuMA as exposições: a Key, Julio Shimamoto, Sonhar Curitiba, Cidade Nanquim, Antropomorfos, Fachadas, Castanha do Pará, Cumbe/Angola Janga e Marcello Quintanilha, este ultimo no Jokers Bar onde acontece a principal festa do Evento.

Estrutura da “Avenida dos Artistas” esperando os 200 quadrinistas e suas publicações.

Em sua última edição, em 2016, A Bienal reuniu 30 mil pessoas no Portão Cultural.