The Oak Wine and Beer – poético


Eles se definem: Simples, informais e sem preconceito, e muito dispostos a fazer do vinho e da cerveja a verdadeira arte do encontro.

Na quarta 28/11, visitei o bar The Oak Wine and Beer, o bar fica no encontro da Saldanha com a Visconde, e é um lugar para descobrir novos poemas.

Eles se definem: Simples, informais e sem preconceito, e muito dispostos a fazer do vinho e da cerveja a verdadeira arte do encontro.

E realmente ao entrar já estamos propícios à arte do encontro, a arte da poesia, a arte da diversão.

O bar é moderno, descontraído. Você pode comprar o vinho em taça ou a garrafa.

O bar não possui garçons, então seu pedido é feito direto no balcão. Escolhe seu vinho,  sua comida, pede, paga e já chega na mesa. Tudo muito prático.

O sommelier da casa Vinícius Werner Shtorache recebe todos com uma conversa informal sobre o vinho.

Vou falar só do vinho que é o meu foco aqui nesta conversa.

Tirar o vinho do pedestal é sempre a minha ideia aqui na coluna e é sem dúvida a ideia do The Oak.

Gosto muito do bate-papo sobre vinho com o Vinícius, sem enochatismos ou superficialidades. É um papo descontraído, agradável, simples e dinâmico.

Como tivemos o mesmo mestre no mundo vinho, o sommelier e nosso professor Wagner Gabardo, nosso intuito é sempre descomplicar, como o mestre nos ensinou.

Não deixe de bater um bom papo com o Vinícius sobre vinho quando você for ao The Oak, se você sabe muito, pouco ou nada de vinho, o negócio é conversar, é trazer sua curiosidade e curtir.

Será poético não tenho dúvidas.

Pois bem, sei que você já está ansioso para saber o que eu provei, certo?

Então vamos lá, foram quatro vinhos harmonizados com três bruschettas.

Vamos à poesia?

Os vinhos:

Foram servidas as quatro taças de uma vez, para eu perceber o passar da poesia do vinho.

O primeiro foi um Vinho Branco Miluna Branco da Puglia região da Itália, vinho fantástico para o verão, dá até para tomar geladinho na piscina. Cheiro de boas-vindas. Gostinho de risada. Ficou uma delícia com a bruschetta de margherita: queijo, tomate, manjericão, vinho, hum que gosto poético.

O segundo vinho… Prepara aí, sabe um vinho surpreendente? É este.

Casa Grande Coleção Artística Rosé do Uruguai, além do rótulo ser lindo, poetizado como a gente gosta, o aroma deste vinho é muito singular, ele tinha cheiro de um perfume que eu usava, o cheiro é a mistura de pêssego com flores.

Pêssego com flores? Sim, isso mesmo. Poesia ou poesia?

O gosto era de abraços.

Ficou ótimo com a bruschetta de cogumelos. Aliás, estas bruschetas são demais.

O terceiro vinho, Dos Fincas, um Pinot Noir 2015 de Mendonza na Argentina. Ficou uma delícia com a minha bruschetta favorita: bruschetta de queijo brie e geleia de frutas vermelhas. Minha nossa, explosão de poéticas na boca!

Com aroma de frutas vermelhas frescas como cereja, morango e framboesa, esse jovem tinto possui um paladar leve, com boa acidez e notas frutadas. Elaborado por Carlos Basso, uma das lendas na produção de vinhos na Argentina.

Tinha cheiro de olhares.

O quarto vinho, um Vinho Tinto Algairen Tempranillo, 100% Tempranillo, um espanhol poético! Com uma coloração vívida, rubi com reflexos violáceos e aromas de framboesas e morangos.

Gosto de encanto, sabor de noite boa de quarta.

Ficou ótimo com a bruschetta de brie. Surpreendente!

Foi mesmo uma boa quarta!

E você quando vai se encantar com este encontro poético das ruas Visconde do Rio Branco com a Saldanha Marinho?

Eu já logo volto lá.

Brinde, até!

 

 

 

Serviço:

Rua Visconde do Rio Branco, 1110
80410001 – Curitiba

Horário: 17:00 às 23:59.

www.theoak.com.br