Comédia O Inspetor Geral é a nova montagem do TANAHORA da PUCPR


Com esse novo espetáculo, o Grupo De Teatro TANAHORA, da PUCPR, completa seus 38 anos de atividades ininterruptas!

Valor

Gratuito

Outras informações

Até dia 28 de outubro. Sábados e domingo às 19h. Tribuna (museu PUCPR - ao lado do Portal) Rua Imaculada Conceição, 1155        Prado Velho

O Grupo de Teatro TANAHORA, da PUCPR, apresenta seu novo espetáculo: O Inspetor Geral, de Nikolai Gógol. A peça, uma comédia satírica, foi escrita em 1836, embora o assunto trazido à cena conserve-se atualíssimo e sempre provoque muitas gargalhadas no público. A tradução da obra é de Augusto Boal e Gianfrancesco Guarnieri, com adaptação, sonoplastia e direção de Chico Nogueira.

 

A peça
Com a notícia da iminente chegada de um inspetor do governo federal a uma cidadezinha da Rússia pré-revolução, em “missão secreta”, todos os altos mandatários locais entram em polvorosa. É um desfile tragicômico (beirando à chanchada), de seres aparvalhados diante desse “funcionário”, alguém que  poderá acabar de vez com os desmandos, subornos, propinas e vantagens de todos ali! E, certamente, mandá-los a uma prisão na Sibéria.

Foto Divulgação

Gógol
A nacionalidade de Gógol é motivo de polêmica, pois sua cidade natal fazia parte do Império Russo na época, mas, atualmente, pertence à Ucrânia. Como consequência, tanto a Rússia quanto a Ucrânia reivindicam a sua nacionalidade. Apesar de muitos de seus trabalhos terem sido influenciados pela tradição ucraniana, Gógol escreveu em russo e sua obra é considerada herança do mesmo país que nos deu Tchekhov, Dostoiévski, Gorki, Tolstói, Pushkin, Lérmontov e Turgueniev. Os escritos de Gógol são calcados no realismo, mas um realismo muito seu, algo que se aproxima daquilo que, anos mais tarde, viria a ser chamado de “surrealismo”.


O grupo
Com esse novo espetáculo, o Grupo De Teatro TANAHORA, da PUCPR, completa seus 38 anos de atividades ininterruptas!
O Inspetor Geral conta em seu elenco com alunos/atores dos cursos de Teatro e Arquitetura, além de um egresso do Curso de Engenharia Ambiental. Durante boa parte de sua existência, o Tanahora teve a direção de Laercio Ruffa, prematuramente falecido em outubro de 2013. Este agora é o terceiro projeto cênico do Grupo tendo à frente o curitibano Chico Nogueira.
Na iluminação e na cenografia, a peça conta com dois reconhecidos e premiados profissionais do teatro paranaense: Rodrigo Ziolkowski e Sérgio Richter, respectivamente.