Vinhote de bolso

No “Vinhote de bolso” Débora Corn fala de vinho poeticamente. A poetisa e escritora apaixonou-se por vinho em Portugal quando foi lançar seu primeiro livro; depois fez um curso de sommelier, onde se apaixonou pelas histórias poéticas dos vinhedos pelo mundo. Em Curitiba, Débora visita lugares, desfruta dos ambientes, conhece os vinhos, a gastronomia e depois ela revela na coluna todas as curiosidades do local visitado.

Experiência poética Vinhote de Bolso

Um encontro descontraído para a poesia. Subi as escadas do Mezanino das Artes e a equipe do Eu amo Curitiba já estava organizando tudo. Para mim, a experiência “Vinhote de Bolso” já havia começado na entrada do estabelecimento com o meu nome escrito a giz no quadro negro na porta do evento. Os livros foram organizados no “palco” e vários poemas soltos espalhados por ali. Com a chegada de alguns amigos pedi uma taça de vinho. As poéticas variadas conversas deslizavam lá e Leia Mais→

Vamos nos embriagar de poesia, de vinho e de virtude?

“Embriaga-te de vinho, de poesia ou de virtude, ao teu gosto, mas embriaga-te”, com as palavras do poeta Charles Baudelaire começo hoje a coluna. Dia 21 de março é dia Mundial da Poesia e não podíamos deixar de fazer uma festança para ela; vamos nos embriagar de poesia? E se regarmos a festa a vinho, ou melhor, open de vinho. Vamos nos embriagar de vinho? E se chamássemos muita gente bacana incluindo você para trocar conversas interessantes? Com poetas a contar sobre poemas, Leia Mais→

O vinho fala de mar no bálsamo, mas no sabor fala de saudade

Vamos falar de vinho? Que tal começar pelo olfato? Tudo principia com a percepção de que seu olfato não está treinado, ele é prestativo, porém sem destreza. O vinho aborda o nariz numa explosão de aromas: jasmim, manga, pêssego, especiarias. Entretanto você não sabe dizer exatamente se é uma fruta madura ou verde. Canela é um perfume de esperança se distingue na inspiração do alento. Após treinar a charada, ela gira e contorna cada vez mais curiosa e você vai observar que o Leia Mais→

Diga-me Curitiba, diga-me

  “Diga-me Curitiba, diga-me”. Este poema está na página onze, doze e treze do meu primeiro livro, “Joni Depi me chamou pra ir ao samba”, o poema abre o alfarrábio após o prefácio e vem bem a calhar agora com a minha entrada no “Eu amo Curitiba”. Foi por causa desse livro que minha paixão pelo vinho começou, pois foi para o seu lançamento que fiz minhas malas e fui para Portugal, lá entre muitas cidades conheci minha querida cidade do Porto e o seu rio Douro que me Leia Mais→